quinta-feira, 28 de maio de 2009

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Who likes to bite and kisses on the neck, and also always be with the person who raised their hands like?



\o/




Inté™

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Two.. .

There are certain times...
There are certain times where you do not need a love ...
We do not need the crazy passion ...
We do not want to kiss on the mouth ...
And neither bodies to be found in the softness of a bed ...

There are certain times that we want to hand on the shoulder,
the tight hug or even be there, quiet, next to ...
Without saying anything ...

There are certain times when you feel that we cry,
we want a friendly presence, to hear the patient,
to play with us, to make us smile ...

Someone to laugh with our funny jokes ...
That we find the greatest sorrows of the world ...
We make endless compliments ...
And that despite all those lies, useful
is a sincerity in doubt ...

We have set ... or to avoid a gesture unadvised ...

Someone who could tell us:

"I think you're wrong, but I'm on your side ..."

Or someone who just say:

"I LOVE YOU AND I'M HERE!"

Shakespeare.




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I think together we can be something that we have no notion of what can be.




Inté™

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Além de bobo, velho...




É, além de bobo, devo estar ficando velho tb...


Eu sinceramente não consigo entender os valores que a moçada de hoje em dia tem na cabeça!!! Só posso estar ficando careta demais, ou já nasci assim, pois muitas das coisas que vejo e ouço hoje em dia, mesmo que em proporções melhores, nunca fizeram a minha cabeça.


Gosto muito de consultar o "Pai dos Burros Virtuais", pois na Wikipédia normalmente acho coisas bem legais, e sempre que estou pensando em algo pra falar aqui, gosto de ver antes a "palavra chave" para saber se eu tb não vou estar falando besteira.


Então vamos a mais uma pesquisa:

Futilidade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

=> Futilidades ou coisas fúteis são atividades, conversas ou sentimentos vazios que não levam a crescimento algum. Também pode-se dizer que são informações sem conteúdo.Coisas sem conteúdo. A palavra futilidade se refere à falta de valor, sem importância, vulgar, banal, sem sentido, sem nexo, sem noção, vazio.

Ainda pode-se dizer que é: bobice, boboquice, chochice, frioleira, frivolidade, inânia, leveza, leviandade, levidão, ligeireza, ligeirice, nugacidade, nulidade, coisa sem valor, pequena; insignificância, ninharia, tolice, vaidade, vanidade, etc...



É... Partindo deste princípio, realmente não entendo muitas coisas que rolam...


Sinceramente, o que tem de tão legal em ir para uma balada, "ficar" com 20 gurias e depois ainda sair contando pra todos os "tão bestas quanto eu" a grande vantagem de se beijar um monte de meninas e não saber nem o nome das mesmas??? É muita babaquice!!!


Gastar R$ 200,00 reais para ir ao Axé Brasil da Extra apenas pra beijar na boca??? Se a pessoa gosta do ritmo e tal, quem sou eu para ir contra, mas se o objetivo é apenas ser "o pegador", é uma das maiores comprovações de retardamento que eu já vi em toda a minha vida.


Hoje vivemos no "Império da Futilidade"...

Nossas relações são quase todas baseadas em nada... Uma das coisas que mais me irrita é ver 2 meninas que se conheceram a 1 mês atrás, e no meio da conversa, uma fala com a outra: "Oi amiga!!!"

Será que elas sabem o que realmente é ser amigo de alguém???


As pessoas hoje se relacionam já pensando no término da relação... Seja no amor, na amizade, no trabalho, em tudo.


Eu quero algo diferente...


  • Quero não mais me esquecer que quem ama respeita, e não apenas sorri e chama de "amigo!!!"....
  • Quero acordar de manhã mais leve, antes que seja tarde demais para despertar...
  • Quero trocar a pasta de dente e sorrir. Dar valor a coisas que ninguém olha, observa e nota...
  • Quero ter no trabalho não só uma fonte de sobrevivência, mas realizações...
  • Quero viver mais, intensa e apaixonadamente. Ser e ter amigos sinceros, amor sensato, suaves emoções.
  • Quero ficar leve jogando fora agora, o que não tem sentido. Aquela velha camisa colorida de saudade, que não me serve mais. Também uma bolsa preta, carregada de sonhos, que o tempo desfez. Trocar os sonhos que pareciam verdade por um punhado de realidade...
  • Quero ter e fazer de minha vida algo intenso, verdadeiro, real e palpável... Quero amigos de verdade...
  • Quero um amor para a vida toda... E se não durar tanto tempo, quero ter a certeza que não foi por minha falta de carinho, de respeito, de verdade...


Só não quero ser mais um...





...Inté™




P.S. - O vídeo abaixo mostra um casal comemorando os 62 anos de casados...


Vovô e vovó resolveram improvisar uma performance no piano. A canção tocada é Rhapsody In Blue, primeira grande obra do compositor estadunidense George Gershwin - em 1924. E sim, você já ouviu essa música em vários desenhos da Disney e em filmes de comédia.

Não tenho necessidade de tocar nada no piano com alguém, mas gostaria muito de estar sentado no banco de uma praça, com a cabeça branquinha, abraçado com minha "coroa", e a amando com a mesma intensidade de quando a conheci...


domingo, 10 de maio de 2009

Eu só posso estar ficando bobo...

É...

Tão acontecendo coisas que normalmente nunca aconteceram antes... Acho que to ficando bobo. Coisas das quais eu não tô acostumado, mas desta vez não estão me deixando com os cabelos em pé e aflito.


Alguns exemplos bobos:
  • Tô esperando uns CD's do Jars que estão vindo de fora... E nem tô desesperado;
  • Tô acreditando que coisas legais vão acontecer dentro de alguns dias, e nem tô descabelando;
  • Tô conversando com pessoas que um dia me fizeram sofrer, e mesmo que a "amizade" não seja mais a mesma, tô tentando;
  • Tô mais paciente, mesmo em momentos que a pouco tempo eu já teria surtado;
  • Tô muito mais amigo de amigos que eu me afastei por criar eu mesmo uma barreira natural de defesa;
  • Tô quieto, esperando as coisas acontecerem, mesmo estando impaciente algumas vezes.
Naturalmente, diante de situações e ações como as descritas acima, ou eu estaria completamente doido, ou querendo matar alguém, mas desta vez não... Tô deixando a água correr debaixo da ponte, e o que mais tem me alegrado e estar sobre a ponte olhando a água passar, refletindo...

Acho que Deus colocou alguém no meu caminho, que está me ajudando a ser mais tranquilo, menos acelerado...
É estranho, eu confesso, mas está me fazendo bem.

E o mais interessante disto tudo é que o fato de estar menos "adrenalizado" não quer dizer que estou apático... Perdi muitos anos de minha vida apenas olhando as coisas acontecerem, e hoje, eu tenho feito algumas acontecer. O fato de estar estudando hoje onde estou já mostra que algumas coisas estão realmente mudando comigo. Jamais eu me vi com competência suficiente para uma coisa desta, mesmo todos que me rodeiam falando que sou inteligente e bla bla bla...

Se ser bobo, aos olhos dos outros é ser o que estou sendo, quero aumentar minha "personal bobeira" em muito.

Coisas que me incomodavam, hoje não me incomodam tanto...
Voltei a acreditar no potencial das pessoas, a acreditar na amizade, a respeitar a família, a querer fazer algo novo acontecer e participar disto. Sei que não vou mudar o mundo, nem quero plantar ou abraçar uma árvore simplesmente por fazer ou por marketing pessoal, mas sei que posso fazer a minha parte e mudar algumas coisas ao meu redor, e mudar tb a única pessoal que realmente precisa de mudanças, eu mesmo.

Li um texto de Clarice Lispector e achei bem interessante, e vou colocar o mesmo aqui. Porque com este texto, realmente descobri que quero ser bobo.

"Das vantagens de ser bobo

O bobo, por não se ocupar com ambições, tem tempo para ver, ouvir e tocar o mundo.

O bobo é capaz de ficar sentado quase sem se mexer por duas horas. Se perguntado por que não faz alguma coisa, responde: "Estou fazendo. Estou pensando."

Ser bobo às vezes oferece um mundo de saídas, porque os espertos só se lembram de sair por meio da esperteza, e o bobo tem originalidade, espontaneamente lhe vem a idéia.

O bobo tem oportunidade de ver coisas que os espertos não vêem. Os espertos estão sempre tão atentos às espertezas alheias que se descontraem diante dos bobos, e estes os vêem como simples pessoas humanas. O bobo ganha utilidade e sabedoria para viver.

O bobo nunca parece ter tido vez. No entanto, muitas vezes, o bobo é um Dostoievski.

Há desvantagem, obviamente. Uma boba, por exemplo, confiou na palavra de um desconhecido para a compra de um ar refrigerado de segunda mão: ele disse que o aparelho era novo, praticamente sem uso porque se mudara para a Gávea onde é fresco. Vai a boba e compra o aparelho sem vê-lo sequer. Resultado: não funciona. Chamado um técnico, a opinião deste era de que o aparelho estava tão estragado que o conserto seria caríssimo: mais valia comprar outro.
Mas, em contrapartida, a vantagem de ser bobo é ter boa-fé, não desconfiar, e portanto estar tranqüilo. Enquanto o esperto não dorme à noite com medo de ser ludibriado. O esperto vence com úlcera no estômago. O bobo não percebe que venceu.

Aviso: não confundir bobos com burros.
Desvantagem: pode receber uma punhalada de quem menos espera.
É uma das tristezas que o bobo não prevê. César terminou dizendo a célebre frase: "Até tu, Brutus?"

Bobo não reclama. Em compensação, como exclama!

Os bobos, com todas as suas palhaçadas, devem estar todos no céu.
Se Cristo tivesse sido esperto não teria morrido na cruz.

O bobo é sempre tão simpático que há espertos que se fazem passar por bobos.
Ser bobo é uma criatividade e, como toda criação, é difícil.
Por isso é que os espertos não conseguem passar por bobos. Os espertos ganham dos outros. Em compensação os bobos ganham a vida.

Bem-aventurados os bobos porque sabem sem que ninguém desconfie. Aliás não se importam que saibam que eles sabem.

Há lugares que facilitam mais as pessoas serem bobas (não confundir bobo com burro, com tolo, com fútil). Minas Gerais, por exemplo, facilita ser bobo.

Ah, quantos perdem por não nascer em Minas!

Bobo é Chagall, que põe vaca no espaço, voando por cima das casas.

É quase impossível evitar excesso de amor que o bobo provoca.

É que só o bobo é capaz de excesso de amor. E só o amor faz o bobo."

in A Descoberta do Mundo, Clarice Lispecto.



Eu saúdo os bobos e bobas deste mundo cão...
...nós herdaremos a terra.






Inté™

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Pecado... O que realmente seria isto???

Não sei pq, mas hoje me deu vontade de falar algo aqui mais relacionado a minha devoção pessoal... Eu estou em casa, respondendo scraps e afins, e de repente me veio a expressão "pecado" em mente. Assim, do nada... E começei a pensar...

Mas antes de falar qualquer coisa, vamos ver o que diz a maior fonte de pesquisa atual de todos os estudantes e curiosos do mundo:

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O Pecado sempre foi um termo principalmente usado dentro de um contexto religioso, e hoje descreve qualquer desobediência à vontade de Deus; em especial, qualquer desconsideração deliberada das Leis reveladas. No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. hhatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Em latim, o termo é vertido por peccátu.


Concordo exatamente com o que diz ai... Mas temos a tendência de formatar o pecado dentro de nossa conveniência.


Hoje em dia, aprendemos que é pecado roubar, matar, fazer sexo antes do casamento e mais um sem fim de outras normas e leis... Não vou questionar aqui se isto é ou não pecado, porém questiono os "pecadinhos" de estimação que temos e muitas vezes relativizamos os mesmos.


Será que usar um púlpito para se fazer campanha de políticos não é pecado??? Sonegar impostos também não seria??? E falar mal da vida dos outros, fofocas, traição (no real sentido da palavra), descaso, desprezo, falta de caridade, falta de obras, falta de amor... Coisas infelizmente bastante comuns hoje em dia, mas não tachadas como pecado, a não ser quando somos vítimas das mesmas.


Deixei de acreditar na igreja institucional a muito tempo, mas nunca deixei de acreditar na igreja verdadeira, que não está presa a placas e nomes, mas ligada ao "dono da igreja", que nunca e jamais foi um pastor ou padre, mas um homem que tinha necessidades e vontades iguais a de todos nós, mas que as venceu por saber a sua real missão.


Tenho me questionado acerca de muitas das coisas que acho normal e que a "igreja" taxa como pecado... Muitas destas eu confesso que são meus pecados pessoais, os que estou acostumado com eles, que fazem parte do meu dia a dia. Preciso mudar em muitas coisas... Preciso de referências de carater, e confesso que não tenho encontrado muitas... Mas antes de qualquer referência, tenho que olhar para mim mesmo, ver o que eu tenho que mudar, e saber que este processo não depende apenas de mim, mas do "Deus que sabe dançar"...



Inté™

domingo, 26 de abril de 2009

Apresentação 14ª Festa à Fantasia by André Santos

Caraca, está festa foi muito show!!!

Rolou ainda uma mega apresentação do CJMG e do ICMG, que apesar da filmagem ter sido feita de costas, a mulher que apresentou quebrar a surpresa, falar horrores e estar todo mundo nervoso, ficou bem legal... rsrsrsrs

Tá ai o vídeo da apresentação, mas eu nem apareço nele (graças a Deus) pq estava de Staff.



Que a Força esteja com quem ver isto aqui... rsrsrsrs





Inté™

domingo, 19 de abril de 2009

Eu quero um espeto deste... rsrsrs


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Pelo amor de Deus, se vc conhece um serralheiro, pedi ele pra fazer um espeto deste pra mim???











Tô passando mal aqui de ver a criatividade deste povo!!! rsrsrs









Inté™

sábado, 18 de abril de 2009

Aparência...

É incrivel como nós somos muitas vezes condicionados a achar que o que é bom tem que ter uma aparência agradável, belo, lindo...

As pessoas mais incríveis que conheci até hoje, são completamente normais... As "Top's" muitas vezes são chatas, irritantes, "se acham demais"!!! Claro que existem excessões, posso confirmar isto dentro de minha sala de aula todos os dias, onde tem gurias lindíssimas com a Patrícia "Pôti", Luciana e tb Camilla, que além de mulheres lindas, são "peças raras". Porém, normalmente a beleza acaba se tornando um fator de altivez, e não uma característica.

Os padrões que nos foram impostos são crueis... Se vc é lindo ou linda, vc tem portas abertas, facilidades e afins... Dentro da nossa sociedade hoje, que tem uma maior aceitação aos negros (graças a Deus e muita luta...), sobram os gordinhos (meu caso por exemplo), os carecas, os "feios"...

Não estou falando isto pq fui vítima de alguma atitude discriminatória, mas pq vi alguns vídeos esta manhã e gostei do que vi... Pessoas que não tem uma aparência... hum... como poderia falar eu aqui... Ah, dane-se... Pessoas feias!!!

O primeiro vídeo mostra a apresentação de Susan Boyle...

Susan Boyle pisou no palco do programa "Britains Got Talent" (uma espécie de "Ídolos" na Inglaterra). Todo mundo - platéia, jurados, câmeras, eu, você, sua mãe, seu cachorro - absolutamente todos pensaram: Tadinha, vai pagar mico a gordinha desengonçada!
E convenhamos, ela é uma gordinha desengonçada, desempregada, tímida e virgem. Ou seja, ela tem a capa de um dos piores livros da história da literatura.
Mas Susan Boyle foi lá pra cantar e não pra participar de um concurso de beleza. E fazendo nada além do que se propôs, Susan colocou lágrimas nos olhos de muitas pessoas...


http://www.youtube.com/watch?v=_P4dF-VbHi8

Outro exemplo disto foi o vendedor de celulares Paul Potts, que além de feio, tem cara de doido... Doido sou eu depois que ví o vídeo deste cara!!!

http://www.youtube.com/watch?v=ihPQAoBJtqo

Tem um caso mais antigo tb, que poucas pessoas lembrar, onde a pessoa em questão não erra feia, muito pelo contrário... Porém era criança: Connie Talbot... Uma guriazinha loirinha lindinha demais, e inclusive estava bangela neste vídeo... rs



Infelizmente não achei os dois primeiros vídeos disponíveis para incorporação, então deixei os links, e juro que compesa realmente ver...






Inté™

domingo, 12 de abril de 2009

Exemplo de fé e postura...

Hoje foi um dia chato...

...Chato pq muitas coisas acontecem as quais não temos o poder de mudar, de contornar, de fazer diferente.

Uma das vantagens de se ter um blog que pouca gente vê é que se pode usar este espaço como um diário digital, onde posso colocar minhas tristezas, alegrias e mesmo assim ninguém ficar sabendo de minha "vida ruim".

Neste dia 12 de abril de 2009, fazem exatamente 2 anos que um dos maiores exemplo de fé e prática que conheci faleceu: Fábio, o "Pastor Fábio da Caverna"...

Como ele detestava ser chamado de pastor!!! rsrsrsrs

O Fábio não precisava do título, era pastor e pronto... Títulos são ferramentas para se forças as pessoas a reconhecer algo que vc não faz direito. Alguns de meus antigos colegas de seminário fazem questão de colocar o maldito "Pr." antes de seus nomes no Orkut... Pra que??? Quem esta pastor (termo muito usado pelo Fábio) não necessita disto; estar pastor é desempenhar uma função e não apenas usar um termo que, graças a alguns que existem por ai, está mais desgastado que maçaneta de banheiro de rodoviária.

O Fábio me ensinou, durante um período de grande crise em minha vida, que a igreja não precisa de mim, por maior que seja o meu conhecimento, mas eu que necessito dela; e que esta mesma igreja que existe por aí, que tem andando na contramão do que Cristo ensinou e não do sistema, é a mesma pela qual Ele se entregou e morreu.

Coisas simples, mas que a minha altivez e orgulho me fizeram esquecer.

Sempre detestei o sistema, mas estava eu criando outro que me escondesse; nuca gostei de ser chamado de pastor tb, mas reconheço que não pelos mesmos motivos que o Fábio... No meu caso, eu estava vivendo uma vida dupla, cheia de hipocrisia e mentiras, onde eu era o "cara legal" com as pessoas da congregação que estavam comigo, e um "cara boçal" dentro de minha casa, com meus colegas e familiares.

Confesso que andei pouco tempo com o Fábio, mas foi muito intenso este tempo... Saimos pelo menos 1 a 2 vezes por semana, nos encontravamos na igreja, nas rua, no studio. O Fábio sempre foi alguém que acreditou em mim, me respeitou e colocava a maior pilha para eu voltar ao ministério pastoral e ajuda-lo na comunidade... Eu nunca aceitei... ou melhor, não poderia aceitar...

Meus anos no seminário me ensinaram muito... Mas aprendizado mesmo foi ao lado deste homem. Aprender a amar a coisa que eu mais odiava naqueles dias (a igreja); aprender a respeitar as diferenças; aprender que quando saimos da posição de oprimidos, temos uma forte tendência de nos tornarmos opressores; aprender que mesmo nos meios que não gostamos, Deus age por sua misericória e graça, e não por nossos conceitos formados; aprender que se acho que a igreja é uma meretriz, eu sou filho da mesma, faço parte dela e sou ela; aprender que não existe este papo de trabalho secular e trabalho na obra, mas uma vida consagrada à Deus onde não existem distinções de momentos de humanidade e santidade, até pq estas coisas não disassociam na vida daquele que deseja ser um "homem de Deus".

Me decepcionei muito com a igreja, e mais ainda com os "irmãos"... Fui demitido por não aceitar injustiça e falar a verdade, fui caluniado por não ser hipócrita diante de pseudo-santos, fui chamado de ladrão por alguém que eu chamei de irmão (no sentido literal da palavra), fui chamado de homossexual por pessoas de minha convivência por ser tolerante, fui enganado por "amigos", fui traido e roubado por "irmãos" e colegas pastores, fui chamado até de satanista por pessoas as quais eu realmente confiava... Criei uma revolta com tudo e todos... Abandonei o ministério, abandonei a fé, mas falava que não tinha abandonado à Cristo. Abandonei sem perceber... mesmo não sendo abandonado por Ele, e Ele me apresentou o Fábio.

Fábio entra em uma loja que eu trabalhava, olha uns livros e me pergunta: "O que vc me sugere???" e assim começou um período de muita confrontação em minha vida...

O Fábio sempre acreditou nas pessoas e em seu potencial. Certa vez ele me procurou e me disse o seguinte: "Batata, eu tenho ouvido tanta coisa ruim ao seu respeito que sinceramente, não tem como tanta coisa caber dentro de uma só pessoa... Só se vc for o próprio capeta!!! rsrsrsrs". E morreu de dar risada!!!

Estes dois anos foram longos demais para mim... Já não sabia o que era ser pastoriado à anos... Não sabia nem o que era mais as caracteristicas de um pastor; e confesso que as que ví no Fábio eram bem diferentes das que vi nos muitos que eu conheço.

O Fábio me ensinou a amar de novo, a olhar as pessoas com olhos de amor, a não guardar magoas e rancores, mesmo com todos os motivos do mundo, me ensinou a olhar pra cruz e entender que se ela está vazia, está por minha causa e pelas pessoas que existem por ai... Brancos, negros, índios... Tatuados ou não, normais ou não, mas todos pessoas.

Fábio, amigo, irmão, pastor... Vc faz falta demais!!!

Um dia nos vemos novamente...



Inté™ daqui a pouco, verdadeiro amigo...

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sexta Feira da Paixão... Paixão a que???


Não quero deixar aqui uma imagem de preconceito ou mesmo intolerância, mas esta é uma das épocas do ano que mais de deixa indignado... Indignado por ver que a fé, independente de qual seja, é muitas vezes usada mais como ferramenta de desencargo de consciência, do que como certeza daquilo que não se vê e esperança naquilo que se espera.

Quando eu digo que as pessoas são hipócritas, muitos me martirizam, me xingam e vai por ai... Então vamos a mais uma análise acerca da hipocrisia da população justamente nesta época de reflexão, luz e desejos de gurias que concorrem a qualquer concurso de miss.

Se não me falha a memória, a 40 dias que antecedem a páscoa começa toda uma elevação da hipocrisia entre às pessoas. Enfim, na semana que antecede a páscoa é que tudo se transforma numa festa religiosa do consumismo e das balelas em série.

Dezenas de encenações sobre a morte de Cristo são feitas por todo o país, milhares de telespectadores se amontoam em qualquer lugar que seja possível colocar uma bunda para assistir de camarote e sem conforto nenhum (claro porque fiel que é fiel pode sofrer um pouco para suprir o sofrimento de Cristo na cruz), e ai de quem tentar roubar seus 3 centímetros de espaço, este será morto em praça pública demonstrando o respeito e amor que aprendemos com Cristo. Novamente milhares se amontoam nas igrejas para que seus pecados sejam perdoados e toda sua burrice seja abençoada. Entre lágrimas e devoção do povo, encontram-se os padres e alguns pastores eufóricos e felizes, pois sabem que em pelo menos uma vez ao ano as igrejas estarão cheias e aquela vasilha onde são recolhidas as doações estará abarrotada de trocos.

O comércio sorri de orelha a orelha visto que todo ano as expectativas de vendas são superadas e os lucros não param de crescer. É ovo de chocolate, ovo de galinha, ovo de ovo, ovo de chiclete, de pistache, de rúcula...As pessoas devotas nos três dias da festa cristã estão lá, esfregando-se freneticamente uma na outra e disputando a tapa cada cm² de chocolate disponível, com toda a alegria elas distribuem socos e pontapés festejando a paz e o amor de Cristo.

A sexta-feira é sempre "Santa": Correr, gritar, brincar, comer em exagero, festejar, escutar música e qualquer outra coisa de um dia normal são proibidos. Mas nenhum fiél deixa de ir ao bar tomar a cervejinha após sair da missa ou ir à casa da amiga fofocar sobre como a vizinha foi com uma roupa feia que a deixava mais gorda do que já era. O prato típico da sexta-feira, peixe torna-se o ator principal de um banquete, famílias passam das 12:00min às 15:00min comendo seu delicioso banquete que varia de peixe de água doce à variados frutos do mar, mas sexta é dia de jejuar e não se pode comer muito.

No sábado a vida volta ao normal, a luta recomeça e os atrasados correm para comprar os presentes aos filhos, netos, afilhados e sobrinhos.

O domingo, o dia em que todos renascem com a alma renovada e o mau humor de sempre, pois o cunhado chato esta batendo à porta às 7 da manhã sabendo que no sábado à noite você bebeu além da conta para suprir o que não pode beber na sexta-feira e gostaria de dormir pelo menos duas horas a mais.

O banquete do almoço de domingo é ainda mais pomposo que o da sexta-feira. Variando de família para família o cardápio tradicional. As crianças correm e sujam a casa com um monte de chocolate, gritam e derrubam qualquer coisa que estejam em seu caminho durante toda a manhã e tarde de domingo, enquanto isso as mães das pequenas criaturas adoráveis estão mais preocupadas em contar que a filha da vizinha da namorada do tio-avô engravidou aos quinze anos de idade e não sabe quem é o pai.

Ao final do domingo todo mundo se despede com a mesma cara de sempre, e você deita-se na cama pensando que a partir daquele dia será uma pessoa melhor, terá um ano cheio de paz e amor e que fez o seu papel de cristão para este ano... "Esta consumado". Como último pensamento, você ainda diz: “ufa, graças a Deus que tudo acabou; stress como esse só no ano que vem novamente”.

Se quiseres ser fiel, que seja o ano tudo, e não apenas em um dia...

Se quiseres ser fiel, mude a sua postura antes dos 40 dias que antecedem a páscoa, onde uma grande maioria de "cristãos" caem na putaria do carnaval, onde "ninguém é de ninguém...

Se quiseres ser fiel, olhe mais para dentro de si e esqueça a vida alheia...

Se quiseres ser fiel, seja imitador de Cristo.



Inté™

domingo, 5 de abril de 2009

Clip Mega Master Criativo

Caraca!!!

Encontrei este clip no Blog Chongas!!! Muito legal!!!

A banda chama-se ShitDisco... A música chama-se OK... Agora, o clip é perfeito!!!

Muito criativo mesmo!!!








Inté™

sábado, 28 de março de 2009

Documentário sobre os 30 anos de Star Wars...

O documentário é grande, mas vale a pena ver... São 26 minutos sobre os 30 anos de STAR WARS, feito pelo fã Todd Stanton. Depois vou postar aqui o Fã Film feito por um dos membros do Conselho Jedi de Minas Gerais, que ficou muito bom tb...

Diversão para toda a família, literalmente... rsrsrsrs












Vou colocar aqui as 3 partes...




Primeira Parte...


Segunda Parte...


Terceira Parte.




Inté™

domingo, 22 de março de 2009

95 Teses para a Igreja de Hoje (Nova edição)

Todos os anos, quando chega o dia 31 de Outubro, eu fico indignado de ver o quanto as nossas igrejas perdem seu tempo falando de "Halloween" e nunca se lembram do que é realmente importante ser falar e lembrando... O Dia da "Reforma Protestante".

Nestas minhas idas e vindas em blogs e afins, achei um texto muito bom, que gostaria de compartilhar com os que um dia poderam passar por aqui e gastar se tempo com meus comentários e textos de pessoas que admiro. Reafirmo que o texto abaixo não é de minha autoria, mas tomei a liberdade de fazer algumas adaptações afim de contextualiza-lo à minha realidade...

"No dia 31 de Outubro de 1517, o monge agostiniano Martinho Lutero afixou, na Abadia de Wittemberg, 95 teses em que desafiava a Igreja Católica a debater sobre a venda de indulgências. O fato desencadeou o que mais tarde seria conhecido como a Reforma Protestante, movimento que marcou a história da humanidade. 489 anos depois, ao vermos a igreja “protestante” navegar por mares incertos e perigosos, decidimos relançar (com pequenas modificações) em comemoração a esta data tão importante em nossa história, um manifesto pela volta à simplicidade do Evangelho, segundo as Escrituras.

O lema Eclesia reformata, semper reformanda, deve estar sempre ecoando em nossos ouvidos, chamando-nos à responsabilidade de sempre caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!Fica lançado aqui o nosso desafio. Não temos a pretensão de iniciarmos uma “nova reforma”, mas simplesmente levar o povo de Deus a uma reflexão sincera e bíblica daquilo que temos vivido como Igreja de Cristo em nosso tempo.

O texto abaixo surge muito mais como desabafo e lamento do que como proposta de revolução. “Non nobis Domine, sed nomini Tuo da gloriam” (Salmo 115.1)

OBS: Aquele que desejar o arquivo em PDF para divulgação, exposição e discussão em sua igreja ou grupo religioso, favor enviar e-mail solicitando-o para crer@crerepensar.com.br

95 Teses para a Igreja de Hoje

1 – Reafirmamos a supremacia das Escrituras Sagradas sobre quaisquer visões, sonhos ou novas revelações que possam aparecer. (Mc 13.31)

2 – Entendemos que todas as doutrinas, idéias, projetos ou ministérios devem passar pelo crivo da Palavra de Deus, levando-se em conta sua total revelação em Cristo e no Novo Testamento do Seu sangue. (Hb 1.1-2)

3 – Repudiamos toda e qualquer tentativa de utilização do texto sagrado visando a manipulação e domínio do povo que, sinceramente, deseja seguir a Deus. (2 Pe 1.20)

4 – Cremos que a Bíblia é a Palavra de Deus e que contém TODA a revelação que Deus julgou necessária para todos os povos, em todos os tempos, não necessitando de revelações posteriores, sejam essas revelações trazidas por anjos, profetas ou quaisquer outras pessoas. (2 Tm 3.16)

5 – Que o ensino coerente das Escrituras volte a ocupar lugar de honra em nossas igrejas. Que haja integridade e fidelidade no conhecimento da Palavra tanto por parte daqueles que a estudam como, principalmente, por parte daqueles que a ensinam. (Rm 12.7; 2 Tm 2.15)

6 – Que princípios relevantes da Palavra de Deus sejam reafirmados sempre: a soberania de Deus, a suficiência da graça, o sacrifício perfeito de Cristo e Sua divindade, o fim do peso da lei, a revelação plena das Escrituras na pessoa de Cristo, etc. (At 2.42)

7 – Cremos que o mundo jaz no maligno, conforme nos garantem as Escrituras, não significando, porém, que Satanás domine este mundo, pois “do Senhor é a Terra e sua Plenitude, o mundo e os que nele habitam”. (1 Jo 5.19; Sl 24.1)

8 – Cremos que a vitória de Jesus sobre Satanás foi efetivada na cruz, onde Cristo “expôs publicamente os principados e potestades à vergonha, triunfando sobre eles” e que essa vitória teve como prova final a ressurreição, onde o último trunfo do diabo, a saber, a morte, também foi vencido. (Cl 2.15; 1 Co 15.20-26)

9 – Acreditamos que o cristão verdadeiro, uma vez liberto do império das trevas e trazido para o Reino do Filho do amor de Deus, conhecendo a verdade e liberto por ela, não necessita de sessões contínuas de libertação, pois isso seria uma afronta à Cruz de Cristo. (Cl 1.13; Jo 8.32,36)

10 – Cremos que o diabo existe, como ser espiritual, mas que está subjugado pelo poder da cruz de Cristo, onde ele, o diabo, foi vencido. Portanto, não há a necessidade de se “amarrar” todo o mal antes dos cultos, até porque o grande Vencedor se faz presente. (1 Co 15.57; Mt 18.20)

11 – Declaramos que nós, cristãos, estamos sujeitos à doenças, males físicos, problemas relativos à saúde, e que não há nenhuma obrigação da parte de Deus em curar-nos, e que isso de forma alguma altera o seu caráter de Pai amoroso e Deus fiel. (Jo 16.33; 1 Tm 5.23)

12 – Entendemos que a prosperidade financeira pode ser uma benção na vida de um cristão, mas que isso não é uma regra. Deus não tem nenhum compromisso de enriquecer e fazer prosperar um cristão. (Fp 4.10-12)

13 – Reconhecemos que somos peregrinos nesta terra. Não temos, portanto, ambições materiais de conquistar esta terra, pois “nossa pátria está nos céus, de onde aguardamos a vinda do nosso salvador, Jesus Cristo”. (1 Pe 2.11)

14 – Nossas petições devem sempre sujeitar-se à vontade de Deus. “Determinar”, “reivindicar”, “ordenar” e outros verbos autoritários não encontram eco nas Escrituras Sagradas. (Lc 22.42)

15 – Afirmamos que a frase “Pare de sofrer”, exposta em muitas igrejas, não reflete a verdade bíblica. Em toda a Palavra de Deus fica clara a idéia de que o cristão passa por sofrimentos, às vezes cruéis, mas ele nunca está sozinho em seu sofrer. (Rm 8.35-37)

16 – Reafirmamos que, nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, sendo os mesmos livres de quaisquer maldições passadas, conhecidas ou não, pelo poder da cruz e do sangue de Cristo, que nos livra de todo o pecado e encerra em si mesmo toda a maldição que antes estava sobre nós. (Rm 8.1)

17 – Entendemos que a natureza criada participa das dores, angústias e conseqüências da queda do homem, e que aguarda com ardente expectativa a manifestação dos filhos de Deus. O que não significa que nós, cristãos, tenhamos que ser negligentes com a natureza e o meio-ambiente, uma vez que Deus não apenas criou tudo, mas também “viu que era bom" (Rm 8.19-23; Gn 1.31)

18 – Reconhecemos a suficiência e plenitude da graça de Cristo, não necessitando assim, de quaisquer sacrifícios ou barganhas para se alcançar a salvação e favores de Deus. (Ef 2.8-9)

19 – Reconhecemos também a suficiência da graça em TODOS os aspectos da vida cristã, dizendo com isso que não há nada que possamos fazer para “merecermos” a atenção de Deus. (Rm 3.23; 2 Co 12.9)

20 – Que nossos cultos sejam mais revestidos de elementos de nossa cultura. Que a brasilidade latente em nossas veias também sirva como elemento de adoração e liturgia ao nosso Deus. (1 Co 7.20)

21 – Que entendamos que vivemos num “país tropical, abençoado por Deus, e bonito por natureza”. Portanto, que não seja mais “obrigatório” aos pastores e líderes o uso de trajes mais adequados ao clima frio ou extremamente formais. Que celebremos nossa tropicalidade com graça e alegria diante de Deus e dos homens. (1 Co 9.19-23)

22 – Que nossa liturgia seja leve, alegre, espontânea, vibrante, como é o povo brasileiro. Que haja brilho nos olhos daqueles que se reúnem para adorar e ouvir da Palavra e que Deus se alegre de nosso modo brasileiro de cultuá-LO. (Salmo 100)

23 – Que as igrejas entendam que Deus pode ser adorado em qualquer ritmo, e que a igreja brasileira seja despertada para a riqueza dos vários sons e ritmos brasileiros e entenda que Deus pode ser louvado através de um baião, xote, milonga, frevo, samba, etc... Da mesma forma, rejeitamos o preconceito, na verdade um racismo velado, contra instrumentos e danças de origem africana, como se estes, por si só, fossem intrinsecamente ligados a alguma forma de feitiçaria. (Sl 150)

24 – Que retornemos ao princípio bíblico, vivido pela igreja chamada primitiva, de que “ninguém considerava exclusivamente sua nem uma das coisas que possuía; tudo, porém, lhes era comum.” (At 4.32)

25 – Que não condenemos nenhum irmão por ter caído em pecado, ou por seu passado. Antes, seguindo a Palavra, corrijamos a ovelha ferida com espírito de brandura, guardando-nos para que não sejamos também tentados. O que não significa, por outro lado, conivência com o pecado praticado de forma contumaz .(Gl 6.1; 1 Co 5)

26 – Que ninguém seja culpado por duvidar de algo. Que haja espaço em nosso meio para dúvidas e questionamentos. Que ninguém seja recriminado por “falta de fé”. Que haja maturidade para acolher o fraco e sabedoria para ensiná-lo na Palavra. A fé vem pelo ouvir, e o ouvir da Palavra de Deus. (Rm 14.1; Rm 10.17)

27 – Que a igreja reconheça que são as portas do inferno que não prevalecerão contra ela e não a igreja que tem que se defender do “exército inimigo”. Que essa consciência nos leve à prática da fé e do amor, e que isso carregue consigo o avançar do Reino de Deus sobre a terra. (Mt 16.18)

28 – Cremos na plena ação do Espírito Santo, mas reconhecemos que em muitas situações e igrejas, há enganos em torno do ensino sobre dons e abusos em suas manifestações. (Hb 13.8; 1 Co 12.1)

29 – Que nossas estatísticas sejam mais realistas e não utilizadas para, mentindo, “disputarmos” quais são as maiores igrejas; o Reino é bem maior que essas futilidades. (Lc 22.24-26)

30 – Que os neófitos sejam tratados com carinho, ensinados no caminho, e não expostos aos púlpitos e à “fama” antes de estarem amadurecidos na fé, para que não se ensoberbeçam e caiam nas ciladas do diabo. (1 Tm 3.6)

31 – Que saibamos valorizar a nossa história, certos de que homens e mulheres deram suas vidas para que o Evangelho chegasse até nós. (Hb 12.1-2)

32 – Que sejamos conhecidos não por nossas roupas ou por nossos jargões lingüísticos, mas por nossa ética e amor para com todos os homens, refletindo assim, a luz de Cristo para todos os povos. (Mt 5.16)

33 – Que arda sempre em nosso peito o desejo de ver Cristo conhecido em todas as culturas, raças, tribos, línguas e nações. Que missões seja algo sempre inerente ao próprio ser do cristão, obedecendo assim à grande comissão que Jesus nos outorgou. (Mt 28.18-20)

34 – Reconhecemos que muitas igrejas chamam de pecado aquilo que a Bíblia nunca chamou de pecado. (Lc 11.46)

35 – A participação de cristãos e pastores em entidades e sociedades secretas é perniciosa e degradante para a simplicidade e pureza do evangelho. Não entendemos como líderes que dizem servir ao Deus vivo sujeitam-se à juramentos que vão de encontro à Palavra de Deus, colocando-se em comunhão espiritual com não cristãos declarando-se irmãos, aceitando outros deuses como verdadeiros. (Lv 5.4-6,10; Ef 5.11-12; 2 Co 6.14)

36 – Rejeitamos a idéia do messianismo político, que afirma que o Brasil só será transformado quando um “justo” (que na linguagem das igrejas significa um membro de igreja evangélica) dominar sobre esta terra. O papel de transformação da sociedade, pelos princípios cristãos, cabe à Igreja e não ao Estado. O Reino de Deus não é deste mundo, e lamentamos a manipulação e ambição de alguns líderes evangélicos pelo poder terreal. (Jo 18.36)

37 – Que os púlpitos não sejam transformados em palanques eleitorais em épocas de eleição. Que nenhum pastor induza o seu rebanho a votar neste ou naquele candidato por ser de sua preferência ou interesse pessoal. Que haja liberdade de pensamento e ideologia política entre o rebanho. (Gl 1.10)

38 – Que as igrejas recusem ajuda financeira ou estrutural de políticos em épocas de campanha política a fim de zelarem pela coerência e liberdade do Evangelho. (Ez 13.19)

39 – Que os membros das igrejas cobrem esta atitude honrada de seus líderes. Caso contrário, rejeitem a recomendação perniciosa de sua liderança. (Gl 2.11)

40 – Negamos, veementemente, no âmbito político, qualquer entidade que se diga porta-voz dos evangélicos. Nós, cristãos evangélicos, somos livres em nossas ideologias políticas, não tendo nenhuma obrigação com qualquer partido político ou organização que se passe por nossos representantes. (Mt 22.21)

41 – O versículo bíblico “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor” não deve ser interpretado sob olhares políticos como “Feliz a nação cujo presidente é evangélico” e nem utilizado para favorecer candidatos que se arroguem como cristãos. (Sl 144.15)

42 – Repugnamos veementemente os chamados “showmícios” com artistas evangélicos. Entendemos ser uma afronta ao verdadeiro sentido do louvor a participação desses músicos entoando hinos de “louvor a Deus” para angariarem votos para seus candidatos. (Ex 20.7)

43 – Cremos que o Reino também se manifesta na Igreja, mas é maior que ela. Deus não está preso às paredes de uma religião. O Espírito de Deus tem total liberdade para se manifestar onde quiser, independente de nossas vontades. (At 7.48-49)

44 – Nenhum pastor, bispo ou apóstolo (ou qualquer denominação que se dê ao líder da igreja local) é inquestionável. Tudo deve ser conferido conforme as Escrituras. Nenhum homem possui a “patente” de Deus para as suas próprias palavras. Portanto, estamos livres para, com base nas Escrituras, questionarmos qualquer palavra que não esteja de acordo com as mesmas. (At 17.11)

45 – Ninguém deve ser julgado por sua roupa, maquiagem ou estilo. As opiniões pessoais de pastores e líderes quanto ao vestuário e estilo pessoal não devem ser tomadas como Palavras de Deus e são passíveis de questionamentos. Mas que essa liberdade pessoal seja exercida como servos de Cristo, com sabedoria e equilíbrio. (Rm 14.22)

46 – Que nenhum pastor, bispo ou apóstolo se utilize do versículo bíblico “não toqueis no meu ungido”, retirando-o do contexto, para tornarem-se inquestionáveis e isentos de responsabilidade por aquilo que falam e fazem no comando de suas igrejas. (Ez 34.2; 1 Cr 16.22)

47 – Que ninguém seja ameaçado por seus líderes de “perder a salvação” por questionarem seus métodos, palavras e interpretações. Que essas pessoas descansem na graça de Deus, cientes de que, uma vez salvas pela graça estão guardadas sob a égide do sangue do cordeiro, de cujas mãos, conforme Ele mesmo nos afirma, nenhuma ovelha escapará. (Jo 10.28-29)

48 – Que estejamos cada vez mais certos de que Deus não habita em templos feitos por mãos de homens. Que a febre de erguermos “palácios” para Deus dê lugar à simplicidade e humildade do bebê que nasce na manjedoura, e nem por isso, deixa de ser Rei do Universo. (At 7.48-50)

49 – Que nenhum movimento, modelo, ou “pacote” eclesiástico seja aceito como o ÚNICO vindo de Deus, e nem recebido como a “solução” para o crescimento da igreja. Cremos que é Deus quem dá o crescimento natural a uma igreja que se coloca sob Sua Palavra e autoridade. (At 2.47; 1 Co 3.6)

50 – Que nenhum grupo religioso julgue-se superior a outro pelo NÚMERO de pessoas que aderem ao seu “mover”. Nem sempre crescimento numérico representa crescimento sadio. (Gl 6.3)

51 – Que a idolatria evangélica para com pastores, apóstolos, bispos, cantores, seja banida de nosso meio como um câncer é extirpado para haver cura do corpo. Que a existência de fã-clubes e a “tietagem” evangélica sejam vistos como uma afronta e como tentativa de se dividir a glória de Deus com outras pessoas. (Is 42.8; At 10.25-26)

52 – Reafirmamos que o véu, que fazia separação entre o povo e o lugar santo, foi rasgado de alto a baixo quando da morte de Cristo. TODO cristão tem livre acesso a Deus pelo sangue de Cristo, não necessitando da mediação de quem quer que seja. (Hb 4.16; 2 Tm 2.15)

53 – Que os pastores, bispos e apóstolos arrependam-se de utilizarem-se de argumentos fúteis para justificarem suas vidas regaladas. Carro importado do ano, casa nova e prosperidade financeira não devem servir de parâmetros para saber se um ministério é ou não abençoado. Que todos nós aprendamos mais da simplicidade de Cristo. (Mt 8.20)

54 – Não reconhecemos a autoridade de bispos, apóstolos e líderes que profetizam a respeito de datas para a volta de Cristo. Ninguém tem autoridade para falar, em nome de Deus, sobre este assunto. (Mc 13.32)

55 – “O profeta que tiver um sonho, conte-o como sonho. Mas aquele a quem for dado a Palavra de Deus, que pregue a Palavra de Deus.” Que sejamos sábios para não misturar as coisas. E as profecias, ainda que não devam ser desprezadas, devem ser julgadas, retendo o que é bom e descartando toda forma de mal. (Jr 23.28; 1 Ts 5.20-22)

56 – Que o ministério pastoral seja reconhecidamente um dom, e não um título a ser perseguido. Que aqueles que exercem o ministério, sejam homens ou mulheres, o exerçam segundo suas forças, com todo o seu coração e entendimento, buscando sempre servir a Deus e aos homens, sendo realmente ministros de Deus. (1 Tm 3.1; Rm 12.7)

57 – Que os cânticos e hinos sejam mais centralizados na pessoa de Deus no que na primeira pessoa do singular (EU). (Jo 3.30)

58 – Que ninguém seja obrigado a levantar as mãos, fechar os olhos, dizer alguma coisa para o irmão do lado, pular, dançar... mas que haja liberdade no louvor tanto para fazer essas coisas como para não fazer. E que ninguém seja julgado por isso. (2 Co 3.17)

59 – Que as nossas crianças vivam como crianças e não sejam obrigadas a se tornarem como nós, adultos, violentando a sua infância e fazendo com que se tornem “estrelas” do evangelho ou mesmo “produtos” a serem utilizados por aduladores e pastores que visam, antes de tudo, lotarem seus templos com “atrações” curiosas, como “a menor pregadora do mundo”, etc... (Lc 18.16; 1 Tm 3.6)

60 – Que as “Marchas para Jesus” sejam realmente para Jesus, e não para promover igrejas que estão sob suspeita e líderes questionáveis. Muito menos para promover políticos e aproveitadores desses mega-eventos evangélicos. (1 Co 10.31)

61 – Nenhuma igreja ou instituição se julgue detentora da salvação. Cristo está acima de toda religião e de toda instituição religiosa. O Espírito é livre e sopra onde quer. Até mesmo fora dos arraiais “cristãos”. (At 4.12; Jo 3.8)

62 – Que as livrarias ditas “cristãs” sejam realmente cristãs e não ajudem a proliferar literaturas que deturpam a palavra de Deus e que valorizam mais a experiência de algumas pessoas do que o verdadeiro ensino da Palavra. (Mq 3.11; Gl 1.8-9)

63 – Cremos que “declarações mágicas” como “O Brasil é do Senhor Jesus” e outras equivalentes não surtem efeito algum nas regiões celestiais e servem como fator alienante e fuga das responsabilidades sociais e evangelísticas realmente eficazes na propagação do Evangelho. (Tg 2.15-16)

64 – Consideramos uma afronta ao Evangelho as novas unções como “unção dos 4 seres viventes”, “unção do riso”, etc... pois além de não possuírem NENHUM respaldo bíblico ainda expõem as pessoas a situações degradantes e constrangedoras. (2 Tm 4.1-4)

65 – Cremos, firmemente, que todo cristão genuíno, nascido de novo, já possui a unção que vem de Deus, não necessitando de “novas unções”. (1 Jo 2.20,27)

66 – Lamentamos a transformação do culto público a Deus em momentos de puro entretenimento “gospel”, com a presença de animadores de auditório e pastores que, vazios da Palavra, enchem o povo de bobagens e frases de efeito que nada tem a ver com a simplicidade e profundidade do Evangelho de Cristo. (Rm 12.1-2)

67
– É necessário uma leitura equilibrada do livro de Cantares de Salomão. A poesia, muitas vezes erótica e sensual do livro tem sido de forma abusiva e descontextualizada atribuída a Cristo e à igreja. (Ct 1.1)

68 – Não consideramos qualquer instrumento, seja de que origem for, mais santo que outros. Instrumentos judaicos, como o shophar, não têm poderes sobrenaturais e nem são os instrumentos “preferidos” de Deus. Muitas igrejas têm feito do shophar “O” instrumento, dizendo que é ordem de Deus que se toque o shophar para convocar o povo à guerra. Repugnamos essa idéia e reafirmamos a soberania de Deus sobre todos os instrumentos musicais. (Sl 150)

69 – Rejeitamos a idéia de que Deus tem levantado o Brasil como o novo “Israel” para abençoar todos os povos. Essa idéia surge de mentes centralizadoras e corações desejosos de serem o centro da voz de Deus na Terra. O SENHOR reina sobre toda a Terra e ama a todos os povos com Seu grande amor incondicional. (Jo 3.16)

70 – Lamentamos o estímulo e o uso de “amuletos” cristãos como “água do rio Jordão”, “areia de Israel” e outros que transformam a fé cristã numa fé animista e necessitada de “catalisadores” do poder de Deus. (Hb 11.1)

71 – Que o profeta que “profetizar” algo e isso não se cumprir, seja reconhecido como falso profeta, segundo as Escrituras. (Ez 13.9; Dt 18.22)

72 – Rejeitamos as músicas que consistem de repetições infindáveis, a fim de levar o povo ao êxtase induzido, fragilizando a mente de receber a Palavra e prestar a Deus culto racional, conforme as Escrituras. (Rm 12.1-2; 1 Co 14.15)

73 – Deixemos de lado a busca desenfreada de títulos e funções do Antigo Testamento, como levitas, gaditas, etc... Tudo se fez novo em Cristo Jesus, onde TODOS nós fomos feitos geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo adquirido. Da mesma forma, rejeitamos a sacralização da cultura judaica, como se esta fosse mais santa que a brasileira ou do que qualquer outra. Que então os ministros e dirigentes de música sejam simplesmente ministros e dirigentes de música, exercendo talentos e dons que Deus livremente distribuiu em Sua igreja, não criando uma “classe superior” de “levitas”, até porque os mesmos já não existem entre nós. (Rm 12.3-5; 1 Pe 2.9)

74 – Que se entenda que tijolos são apenas tijolos, paredes são apenas paredes e prédios são apenas prédios. Que os termos "Casa do Senhor" e "Templo" sejam utilizados somente para fazer menção a pessoas, e nunca a lugares. Que nossos palcos não sejam erroneamente chamados de "altares", uma vez que deles não emana nenhum "poder" ou "unção" especial. (At 17:24, I Cor 6-19)

75 – Que haja consciência sobre aquilo que se canta. Que sejamos fiéis à Palavra quando diz “cantarei com o meu espírito, mas também cantarei com meu entendimento”. (1 Co 14.15)

76 – Não consideramos que “há poder em nossas palavras” como querem os adeptos dessa teologia da “confissão positiva”. Deus não está sujeito ao que falamos e não serão nossas palavras capazes de trazer maldição ou benção sobre quem quer que seja, se essa não for, antes de tudo, a vontade expressa de Deus através de nossas bocas. (Gl 1.6-7)

77 – Rejeitamos a onda de “atos proféticos” que, sem base e autoridade nas Escrituras, confundem e desvirtuam o sentido da Palavra, ainda comprometendo seriamente a sanidade e a coerência das pessoas envolvidas. (Mt 7.22-23)

78 - Apresentar uma noiva pura e gloriosa, adequadamente vestida para o seu noivo, não consiste em “restaurar a adoração” ou apresentar a Deus uma falsa santidade, mas em fazer as obras que Jesus fez — cuidar dos enfermos e quebrantados de coração, pregar o evangelho aos humildes, e viver a cada respirar a vontade de Deus revelada na Sua palavra — deixando para trás o pecado, deixando para trás o velho homem, e nos revestindo no novo (Tg 1.27)

79 – Discordamos dos “restauradores das coisas perdidas” por não perceberem a mão de Deus na história, sempre mantendo um remanescente fiel à Palavra e ao Testemunho. Dizer que Deus está “restaurando a adoração”, “restaurando o ministério profético”, etc... é desprezar o sangue dos mártires, o testemunho dos fiéis e a adoração prestada a Deus durante todos esses séculos. (Hb 12.1-2)

80 – Lamentamos a transformação da fé cristã em shows e mega-eventos que somos obrigados a assistir nas TVs, onde a figura humana e as ênfases nos “milagres” e produtos da fé sobrepujam as Escrituras e a pregação sadia da Palavra de Deus. (Jo 3.30)

81 – Deus não nos chamou para sermos “leões que rugem”, mas fomos considerados como ovelhas levadas ao matadouro, por amor a Deus. Mas ainda assim, somos mais que vencedores por Aquele que nos amou. (Lc 10.3; Rm 8.36)

82 – Entendemos como abusivas as cobranças de “cachês” para “testemunhos”. Que fique bem claro que aquilo que é recebido de graça, deve ser dado de graça, pois nos cabe a obrigação de pregar o evangelho. (Mt 10.8)

83 – Que movimentos como “dança profética”, “louvor profético” e outros “moveres proféticos” sejam analisados sinceramente segundo as Escrituras e, por conseqüência, deixados de lado pelo povo que se chama pelo nome do Senhor. (2 Tm 4.3-4)

84 – Que a cruz de Cristo, e não o seu trono, seja o centro de nossa pregação! (1 Co 2.2)

85 – Reafirmamos que, quaisquer que sejam as ofertas e dízimos, que sejam entregues por pura gratidão, e com alegria. Que nunca sejam dados por obrigação e nem entregues como troca de bênçãos para com Deus. Muito menos sejam dados como fruto do medo do castigo de Deus ou de seus líderes. Deus ama ao que dá com alegria! (2 Co 9.7)

86 – Que a igreja volte-se para os problemas sociais à sua volta, reconheça sua passividade e volte à prática das boas obras, não como fator para a salvação, mas como reflexo da graça que se manifesta de forma visível e encarnada. “Pois tive fome... e me destes de comer...” (Mt 25.31-46; Tg 2.14-18; Tg 1.27)

87 – Cremos, conforme a Palavra que há UM SÓ MEDIADOR entre Deus e os homens – Jesus Cristo. Nenhuma igreja local, ou seu líder, podem arrogar para si o direito de mediar a comunhão dos homens e Deus. (1 Tm 2.5)

88 – Lamentamos o comércio que em que se transformou a música evangélica brasileira. Infelizmente impera, por exemplo, a “máfia” das rádios evangélicas, que só tocam os artistas de suas respectivas gravadoras, alienam o nosso povo através da massificação dos “louvores” comerciais, e não dão espaço para tanta gente boa que há em nosso meio, com compromisso de qualidade musical e conteúdo poético, lingüístico e, principalmente, bíblico. (Mc 11.15-17)

89 – Que os pastores ajudem a diminuir a indústria de testemunhos e a “máfia” das gravadoras evangélicas. Que valorizem a simples pregação da Palavra ao invés do espetáculo “gospel” a fim de terem igrejas “lotadas” para ouvirem as “atrações” da fé. Da mesma forma, rejeitamos o triunfalismo e o ufanismo no qual se transformou a música evangélica atual, que só fala em 'vitória', 'poder' e 'unção' mas se esqueceu de coisas muito mais fundamentais como 'graça', 'misericórdia' e 'perdão'. (1 Pe 5.2)

90 – Que sejamos livres para “examinarmos tudo e retermos o que é bom” , sem que líderes manipuladores tentem impor seus preconceitos, principalmente na forma de intimidações. Que nenhum líder use o jargão "Deus me falou" como forma de amedrontar qualquer um que ousar questionar suas idéias. (1 Ts 5.21)

91 – Somente as Escrituras. (Jo 14.21;17.17)
92
– Somente a Graça. (Ef 2.8-9)
93
– Somente a Fé. (Rm 1.17)
94
– Somente Cristo. (At 17.28)
95
– Glória somente a Deus (Jd 24-25)"

José Barbosa Junior (redator e organizador) – www.crerepensar.com.br





Inté™

sexta-feira, 13 de março de 2009

Hoje, após abrir meu Yorkut e ver alguns post's de comunidades que sou dono e outras as quais sou moderador, comecei a pensar na diferenças entre Jesus e Gezu$...

Jesus é o Cristo, o Messias, Aquele que morreu na cruz por nós...

Já Gezu$, é aquele que muitas vezes e apresentado às pessoas pela religião, pela igreja mística e dialista, pelo mercado e o "Show" da fé.

Após gastar bons munitos nesta meditação, cheguei a uma triste, porém muito verdadeira conclusão:



Jesus X Gezu$

› Jesus dança.
› Gezu$ fica num canto escuro resmungando de quem dança.

› Jesus aceitava pessoas pobres e ricas, sem tratá-las de forma diferente por este quesito.
› Gezu$ só abençoa quem deixa a contribuição financeira no seu altar.

› Jesus transforma água em vinho.
› Gezu$ transforma água em suco de uva, ainda que o costume e o que as pessoas queiram, seja vinho de verdade.

› Jesus bebe do vinho. E o vinho é daqueles que deixam o coração alegre.
› Gezu$ diz que beber vinho forte é pecado, mas ele diz isso só de “mentirinha”, porque pra ele, o pecado mesmo, é deixar o coração alegre.

› Jesus gosta de comer com pecadores.
› Gezu$ não se assenta na roda de pecadores, porque ele veio para os sãos, e não para os doentes, além disso, ele é “santo”, ele é “deus”.

› Jesus ficou irritado ao ver pessoas vendendo coisas no templo e transformando a casa de oração em comércio.
› Gezu$ adora ver a igreja ser um comércio, pois assim, com o dinheiro, ele pode ter novas filiais de suas empresas-igrejas para mais pessoas conhecerem seu lindo nome: Gezu$!

› Jesus não deixava os demônios falarem.
› Gezu$ adora ver os demônios falar, dar entrevistas e fazer espetáculos para impressionar as pessoas e prendê-las na religião pelo medo.

› Jesus disse que o amor é muito mais importante do que o dízimo.
› Gezu$ até entende se você não amar, afinal, a carne é fraca, mas se você não der o dízimo, ele deixa o devorador comer o teu salário.

› Jesus conversa com uma mulher, que além de mulher, é samaritana, e além de samaritana, tava no quinto homem. Ele revelou com detalhes a vida da mulher samaritana
› Gezu$ não pode conversar com ninguém porque está ocupado orando, jejuando e preparando o sermão. Não conhecendo muito bem as coisas, chega numa platéia com mil pessoas e chuta: “Tem 10 aqui com dor de cabeça, 8 com reumatismo, 3 com causa na justiça, 40 desempregados...”

› Jesus dá água viva a essa mulher sedenta.
› Gezu$ não tem sede. Não tem água. Não tem vida. E não conversa com samaritanas.

› Jesus chamou pessoas que usavam a religião como causa de ganho financeiro e status de hipócritas, mentirosas, raças de víboras e filhas do inferno.
› Gezu$ chama pessoas que usam a religião como causa de ganho financeiro e status para se assentarem no púlpito da igreja e darem uma palavra.

› Jesus diz a alguém de um outro credo (se há oportunidade): “Você adora o que não sabe, deixe-me mostrar-lhe o Deus que você adora sem saber”.
› Gezu$: “Você adora o Diabo, e se não se arrepender vai pro inferno.”

› Jesus: “Levanta-te, toma o teu leito e anda!”
› Gezu$ diz ao paralítico (que sempre viu e nunca ajudou a entrar no tanque): “Hoje é sábado e não é permitido carregar teu leito, só é permitido carregar tua cruz, mas não caia nesse papo de fardo leve, pois ele é bem pesado”

› Jesus é o pão vivo que desceu dos céus para se dar aos homens.
› Gezu$ não dá nem pãozinho francês pro mundo, e se alguém diz que ele está errado em não dar, ele excomunga.

› Jesus mostra que há “samaritanos” no caminho da verdade só por serem bons, ainda que estejam no credo errado.
› Gezu$ diz que alguém pode estar 100% sincero e ao mesmo tempo 100% errado quanto a Deus, como se ele soubesse 100% ou alguma outra porcentagem sobre Deus.

› Jesus É o caminho, a verdade e a vida, e só se chega ao Pai através dele.
› Gezu$ diz que o caminho é moral. A verdade é Teologia e a vida é um saco.

› Jesus diz que tudo se resume assim: “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
› Gezu$ diz: “Quem disse que é só isso?”.

› Jesus diz ao "outro" Jesus da religião: “Você é do vosso pai, o Diabo, e os desejos dele é o que você quer fazer”.
› Gezu$ diz: “Blasfêmia!” Rasga as vestes, e diz: “Crucifica-o”.

› Jesus, existindo em forma de Deus, se esvazia, faz-se homem, e morre. Morre inclusive pelos seguidores do Jesus da Religião. Isso porque o Jesus do Evangelho tem a esperança de que um dia as pessoas vivam por fé.
› Gezu$ pensado... “Porque o justo viverá por fé...” E no que vive somente pela fé, é que Deus se compraz.

› Jesus disse que o amor é muito mais importante do que o dízimo.
› Gezu$ Até entende se você não amar, afinal, a carne é fraca, mas se você não der o dízimo, ele deixa o devorador comer o teu salário.

› Jesus soprou o Espírito Santo em seus discípulos.
› Gezu
$ só dá o Espírito Santo se você falar meio enrolado.


› Jesus esteve medo no jardim do Getsêmani.
› Gezu$ diz que o medo vem do diabo.

› Jesus chamou pessoas que usavam a religião como causa de ganho financeiro e status de hipócritas, mentirosas, raças de víboras e filhas do inferno.
› Gezu$ chama pessoas que usam a religião como causa de ganho financeiro e status para se assentarem no púlpito da igreja e darem uma palavra.

› Jesus disse: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. (lucas 6:20)
› Gezu$ disse: bem-aventurados vós que sois ricos, por que pobre ou está em pecado ou precisa de um verdadeiro encontro comigo...

Pense nisso!!!






Inté™

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Esteve comigo...



Esteve comigo nos traumas de infância.

Esteve comigo quando tentei agradar me perdendo.

Esteve comigo quando paguei o preço por ser eu mesma.

Esteve comigo quando tomei bomba mesmo estudando pra caramba.

Esteve comigo quando passei sem tocar em livro algum.

Esteve comigo quando fui rejeitada.

Esteve comigo quando segurei meu ego no chão sem fazer compensação pelas rejeições que tive.

Esteve comigo quando eu estava a fim de lanchar e comprar roupas legais e não podia.

Esteve comigo quando eu não sabia muito bem o que fazer com meu dinheiro.

Esteve comigo quando eu tentei orgulhar meus pais e não pude.

Esteve comigo quando obtive reconhecimento sem esforço.

Esteve comigo quando eu tinha muitos amigos bajuladores.

Esteve comigo quando eu descobri não serem amigos os bajuladores.

Esteve comigo quando tentei blasfemar.

Esteve comigo quando o defendi contra quem o ofendia.

Esteve comigo quando assinei meu nome errado.

Esteve comigo quando esperta tive respostas na ponta da língua.

Esteve comigo na depressão.

Esteve comigo quando pensei nunca conseguir ser tão feliz.

Esteve comigo quando pirei de tanto ficar em casa.

Esteve comigo quando chorei querendo ter tempo de ficar em casa.

Esteve comigo nos bares e nos shows.

Esteve comigo nos cultos e nas horas sozinha no meu quarto.

Esteve comigo em toda minha humilhação e constrangimento.

Esteve comigo nos momentos de glória e total aceitação.

Esteve comigo no conforto do isolamento.

Esteve comigo na iniciativa de me abrir de novo.

Esteve comigo no escândalo da fé.

Esteve comigo no redescobrimento da mesma.

Esteve comigo quando baixei cabeça, engoli choro e esperei por justiça do alto.

Esteve comigo quando mandei a justiça do alto pro espaço e dei resposta atravessada e mandei tudo pra puta que pariu.

Esteve comigo quando menti e pedi ajuda pra não ser descoberta.

Esteve comigo na vergonha de sempre dizer a verdade.


Vezes interveio milagrosamente.

Muitas não.


Mas, esteve comigo!!!



Texto de Pher...

"De tanto ler Fernanda acabou achando a realidade sem graça"


Conheçam mais deste doce presente de Deus em minha vida aqui:

Recanto das Letras.





Inté™